Antes / Depois

Cap. 23 – Mamãe explode shopping Eu confesso: Morro de medo de dirigir!!! Fabiana Deziderio

16 de agosto de 2012

Cap. 23 – Mamãe explode shopping

A vida de uma mãe é definitivamente cheia de emoções :)

Semana passada, por conta do dia dos pais, o Má (pai do Joaquim) fez uma postnovela especial. Não leu? Clique aqui.

Episódio de Hoje: Mamãe explode shopping

Joaquim esses dias disse pra mim o seguinte: – “Mamãe não sabe guinha*, né? A gente tem que pega calona. Por que você num sabe guinha?”

Filho, essa é uma história longa, mas senta que eu te conto…

* guinha = guiar/dirigir

Era uma vez uma menina (eu no caso) que tinha carta, mas que por mil motivos desistiu de guiar. Porém, #aos28, enfrentou o próprio medo e comprou um Ká vermelho (que era religiosamente lavado e encerado a cada 15 dias).

O seu pai, que na época era apenas um noivo enrolão, teve a paciência de ensinar novamente como se dirigia e foi assim que comecei, com muito medo, a rodar pela cidade.

Certa feita, decidi que iria ao shopping, esse perto de casa, sabe? (E Joaquim concorda com a cabeça).

Lá chegando comecei a olhar as vitrines e como estava zerada de “gaita/ tutu/ cascalho”, não podia comprar nada. Então, antes que a solidão abatesse essa que vos fala, decidi ir embora.

Ao entrar no carro, não percebi que ele estava engatado (coisa de iniciante) e ao ligar meu precioso, ele deu um pulo e encontrou a parede.

Fez um barulhão e começou a sair uma fumaça branca e estranha do veículo. Assustada, não sabia o que fazer e foi nesse momento que vi alguns bombeiros chegando. Sabe aqueles que andam no caminhão vermelho? (Joaquim acenou positivamente com a cabeça). E um deles, que estava mais próximo,  gritou assim: – Dona. Sai de perto do carro que ele vai explodir. Sabe quando faz aquele barulho tipo “cabum” filho?

Então, com a maior vergonha do mundo fui retirada do local. Era véspera de natal e senti medo, muito medo de explodir o shopping (Nesse momento o menino está com olhos arregalados).

Os moços (os bombeiros) controlaram tudo. E depois do respiro, afinal, eu não ia explodir a construção, vi que eles estavam se olhando e dando sorrisinhos escondidos e para preservar minimamente a minha dignidade disse (pro moço/bombeiro): – Pode rir, eu sei que foi uma batida de “Dona Maria” e um deles respondeu segurando o cantinho da boca: – Dona não podemos, estamos fardados.

Ps.: Essa história é real e não está dramatizada (só para aumentar a vergonha) rs.

Trilha tudo a ver + lembranças de que eu achava o ator um gato :))))

FIM

Não perca. Semana que vem teremos mais um episódio de Fragmentos da Vida Materna. A primeira postnovela materna brasileira!!!

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