Depois / PostNovela

Cap. 33 – Deu zebra Do lindo bege escritório para o fantástico amarelo maternidade :) Fabiana Deziderio

1 de novembro de 2012

Cap. 33 – Deu zebra

Você acha que vai abalar no solzinho e descobre que o protetor do filho fez alguns estragos, rs.

Na semana passada falamos sobre um tal processo de confundir a cabecinha do filho amado. Perdeu esse capítulo? Então, clica aqui.

Episódio de hoje: Deu zebra!

Se tem uma coisa da qual eu gosto é o sol. Sempre curti, nos 2 sentidos, minha pele sob o “astro maior”.

Mas, quando a gente engravida recebe como recomendação fugir dele. As manchas aparecem e é prudente não piorar o quadro gravídico.

Então, como ex-garota praiana (salgada e doce) achei que, após o nascimento, tiraria rapidamente a cor de lagartixa (ixa ixa, como bem diria “Didi Mocó Sonrizepi Colesterol Mucumbo”).

Portanto amiga, hoje o capítulo fala sobre a retomada, a volta do “vou com tudo no bronzeado”. Preparada?

- Filho vem cá, preciso passar protetor em você.
Esfrego de um lado, do outro, passo no meio dos dedos, na orelha, no corpo, no couro cabeludo e meia hora depois (acho que vale como atividade aeróbica) tenho uma criança besuntada.

Besuntada tipo dura. Sabe aquele pessoal que fica de branco imitando estátua na rua? Pois bem, esse ai.

Ai a mãe bonita, resistente ao sol, afinal nos anos 80 era normal usar urucum com óleo, coloco meu “biquíni do pânico” (tenho esperança de encontrar um modelo que emagreça) e vou pra piscina com meu companheiro/filho.

Ao chegar, Joaquim não “guenta” e corre pra água e protetor molhado é tipo a visão do fim do mundo.

E como o fim do mundo é catastrófico, o moleque resolve agarrar nas minhas pernas (tipo melequento e gelado).
- Mamãe, entra na pixina cumigo?

Então, dou aquela enrolada, porque entrar na piscina gelada é uma prova de amor e fico olhando o gato e fritando o peixe (tipo: tomando sol e tomando conta do guri).

Brincadeira vai e vem, hora de levantar acampamento. Joaquim, exausto, toma banho e vai dormir e eu vou pra vida de doméstica. Ao entardecer, fico feliz por ver um ombrinho meio queimadinho no espelho, porque demora pacas para tirar o “pantone” lagartixa transparente.

E então desço os olhos pela imagem ali refletida (colocar cena em câmera lenta) e tenho a segunda visão do fim do mundo desta postnovela: com a agarração de Joaquim ficou um rastro de protetor em mim e com isso, minha coxa, que já não estava uma *nome de eletrodoméstico*, ficou pavorosamente listrada.

Diante de tamanha derrota ergo a cabeça, olho para o espelho e digo calma e mentalmete (tipo chamada de jornal): Hoje em São Paulo aconteceu um desastre natural. Uma reconhecida lagartixa de pele transparente virou zebra em questão de horas. Os cientistas isolaram o local.

Bora pra trilha especialíssima de hoje?

FIM

Não perca o próximo e eletrizante capítulo de Fragmentos da Vida Materna – A primeira postnovela materna brasileira :)

 

 

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