Maternidade Real / PostNovela

Cap. 50 – Banheiro de estádio Isso aqui não é comercial de margarina, pode chegar pra lá! Fabiana Deziderio

18 de abril de 2013

Cap. 50 – Banheiro de estádio

Olha, eu conversei com várias mães de meninos e todas concordam...o banheiro fica no maior cheirinho :)

Chegamos ao capítulo 50 de nossa querida, amada e abençoada postnovela. Aqui tem assim, assado, tem confusão, drama e humor. Porque vida de mãe é fonte de piada!

E antes de adentrar a poesia de número 50, vou fazer meu “recap” do capítulo 49: No episódio anterior, Joaquim fez a maior confusão por conta de uma reunião de condomínio. Não viu? Só por o dedo aqui.

Episódio de hoje – Banheiro de estádio.

Era uma linda manhã de primavera. O sol aquecia os ninhos dos pequeninos pássaros que buscavam, em sua mãe, o alimento para a sobrevivência. As nuvens formavam lindos desenhos de contornos suaves e a brisa refrescava a minha face envolta em pó de arroz.

O chá que eu sorvia, juntamente com delicados biscoitos amanteigados, em xícara de porcelana chinesa, estava com um sabor especial, porque a cada gole via meu adorável menino, com roupas impecáveis de linho branco, correndo pela grama verde e levemente umedecida pelo orvalho.

- Ei, quem está escrevendo isso ai? Que comercial de margarina é esse? Primavera? Nós estamos em pleno outono e está todo mundo gripado. Hello!!! A única coisa umedecida deste capítulo é o banheiro. De cá este teclado, daqui por diante eu assumo.

Luzes mais fracas, eu preciso de drama!

A gente escuta o coração bater, morre de amores quando eles nascem, vira a maior animadora de banheiro na fase do desfralde e de repente, você não serve pra muita coisa (mentirinha, mas preciso do drama). Então, seu pequeno homem descobre algo extraordinário: na condição de bípede ele pode fazer xixi em pé.

Ah! Parece que o mundo é deles… uma autonomia, uma força fora do normal. A única questão é que mira não é para iniciantes e qualquer mosca que passe no Zimbábue é motivo de distração. Ontem mesmo disse: – Joaquim, mira na águinha e enquanto ele perguntava: – Onde? O banheiro ficou todo molhado.

Ai, a gente não dá conta, né? Lava o redutor, lava a privada, o chão, o pé, a pia, mas não sai o cheiro. Então, meu “phyno” marido fez um pequenino, mas pertinente, comentário: – Fabi, vou fazer uma plaquinha para o banheiro de Joaquim.

Eu: – Que plaquinha?

Ele: – Banheiro masculinho… de estádio de futebol.

;]

Filho, mamãe está aqui para lhe ajudar no “lance” da mira, tá? Amo você :]

Hora da trilha!

Não perca, OOOOHHHHH,  o próximo capítulo de Fragmentos da Vida Materna – a primeira postnovela materna brasileira.

 

 

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