Depois / De mãe para mãe

Passeio escolar Com quantos anos posso liberar? Mulher & Mãe

22 de abril de 2013

Passeio escolar

Deixar o filho participar dos passeios escolares não é tarefa simples, então, nada de se sentir sozinha. Estamos aqui para ajudar!

A gente abre a agenda e nela encontra algo que faz o coração palpitar: o comunicado sobre o próximo passeio escolar. Então, começamos a avaliar as possibilidades: Se eu não deixar, significa que estou protegendo demais? Se eu deixar, significa que estou protegendo de menos?

Partindo do princípio que, é papel dos pais avaliar se as atividades oferecem algum risco para os pequenos, a preocupação ganha fundamento, certo? Por isso, resolvemos fazer um post que surgiu de uma pergunta interessante que apareceu em grupo do facebook:

Com quantos anos vocês liberaram seus filhos para o passeio escolar?

A idade média do primeiro passeio escolar, segundo a resposta das mães,  é de dois anos e meio. E o mais legal, porque o grupo é especial e as mães se ajudam de montão, é que surgiram dicas interessantes sobre o evento e resolvemos postar aqui uma listinha.

Dicas das especialistas (mulheres e mães):

  • Converse com as mães dos alunos que já participaram dos passeios, veja qual foi a percepção delas;
  • Verifique qual é o local do passeio, use a internet para fazer uma boa pesquisa;
  • Converse com a professora e com a orientadora da escola. Vale a pena angariar informações para que o seu coração fique tranquilo;
  • Faça uma plaquinha de identificação, ela não é uma obrigação, mas algumas mães ficam mais calmas;
  • Verifique se é preciso enviar lanche, ou se a escola fornecerá a alimentação durante o passeio;
  • Confira os horários de saída e de chegada das crianças;
  • Passe segurança para seu filho, é importante ele entender que existe confiança entre vocês;
  • Tenha com você o celular e os telefones de contato dos envolvidos no passeio;
  • Tome um chá de camomila, use o nosso grupo para desabafar e aguente firme!

De verdade, não queremos convencer as mães sobre o certo e o errado. Mas, queremos oferecer suporte para que as barreiras do medo sejam quebradas. Por isso, pedimos para o Dr. Homero Leonel Vieira Filho, que é especializado em psicoterapia junguiana e cognitiva-comportamental, para nos ajudar a diferenciar medo de intuição. Olha que dica importante:

As emoções são parte do “kit de sobrevivência” com o qual todos nascemos, resultado de milhões de anos de evolução. Dão sabor à vida e nos protegem, mas, podem nos enganar, levando-nos, por exemplo, a enxergar grandes perigos em situações ou lugares nos quais os riscos são pequenos, irrelevantes. Chamamos isso, em Psicologia Cognitiva, de “adivinhação negativa ou catastrófica do futuro”. Não é intuição, apenas uma projeção de nossos medos.

A intuição, quando se manifesta, mesmo em relação à previsão de eventos negativos, nos dá um sentimento de certeza. O medo exagerado, quando decorrente da “adivinhação catastrófica do futuro”, parece também nos passar uma “certeza”, mas, ao contrário da intuição, é uma “certeza” aflita que nos desequilibra, perturbando-nos e àqueles que estão conosco.

E agora, está mais tranquila com a sua decisão?

Beijos.

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